Proposta em estudo
Fale com seus clientes num lugar onde ninguém se passa por você.
O Bipe é gratuito pras pessoas. A ideia é que ele se pague com empresas e instituições que querem falar com os clientes com segurança. Esta página explica a proposta. Ela ainda está em estudo, e nada aqui está à venda.
Por que uma empresa estaria aqui
- Só a sua empresa usa o seu nome. Nome de banco, loja ou órgão público fica reservado pra conta com CNPJ verificado, e o falso atendente não consegue se passar por você.
- O cliente vê o selo e o CNPJ em toda conversa com você.
- Uma cobrança por Pix mostra o CNPJ que vai receber antes de o cliente pagar.
- Os dados e os servidores ficam no Brasil, sob a lei brasileira.
Ilustração com dados de exemplo. A proposta ainda está em estudo.
Como o Bipe se pagaria
- Quem usa o Bipe pra conversar nunca paga.
- A empresa paga um valor mensal fixo por CNPJ verificado. Ele cobre a verificação, o nome reservado e a API.
- No começo, não tem preço por mensagem.
- O Bipe não cobra taxa sobre Pix.
Uma API pro sistema da empresa
- A empresa liga o próprio sistema ao Bipe: manda avisos, recebe respostas e atende pelo programa que já usa.
- A conversa é descriptografada no sistema da empresa, não nos servidores do Bipe. Empresas menores podem usar um parceiro que roda isso pra elas.
- A gente quer que seja fácil mudar pra quem já usa a API do WhatsApp.
- A API ainda não existe.
As regras que protegem o cliente
- A empresa só manda mensagem pra quem aceitou receber.
- O app mostra quando quem responde é um programa.
- Link em mensagem de empresa só abre se for do site da própria empresa. Pagamento só pelo Pix dentro do app.
- Empresa que recebe muito bloqueio e denúncia passa a poder mandar menos.
O que ainda está em aberto
- O valor da mensalidade.
- Quais setores entram primeiro: bancos, serviços públicos, escolas e condomínios, ou lojas.