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Para organizações

O falso atendente não consegue usar o nome do seu banco.

Os dados e os servidores do Bipe ficam no Brasil, sob a lei brasileira. No Bipe, o nome do banco fica reservado para a conta com o CNPJ verificado, e o cliente vê o selo em toda conversa. O Bipe para organizações ainda está em estudo, e o piloto é gratuito.

Cada recurso mostra em que ponto está. Abra o recurso para ver o status no iPhone e no Android.

Só o banco usa o nome do banco

O golpe do falso atendente começa com um perfil que copia o nome e a foto do banco. No Bipe, esse nome fica reservado para a conta com o CNPJ verificado, e nomes com uma letra trocada, como 1tau, também são barrados. O cliente vê o selo e o CNPJ na conversa com o banco de verdade.

Simulação com pessoas e mensagens de exemplo.

Em desenvolvimento: Nomes reservados, Letras disfarçadas, Selo de CNPJ

Pix com o nome de quem recebe

Uma cobrança por Pix na conversa mostra o nome e o CNPJ verificados de quem vai receber, e o cliente paga no app do banco. Com o Conferir no Bipe, o cliente confere um código Pix antes de pagar. A cobrança por Pix ainda é um plano.

Em desenvolvimento: Conferir no Bipe, Pausa antes de pagar · Em breve: Cobrança com CNPJ

Avisos para o cliente antes do golpe

A checagem procura sinais de golpe nas mensagens e pode mostrar um aviso. Quem não está nos contatos chega como pedido de conversa. A conta do Bipe não usa código por SMS, então quem clona o chip do cliente não leva a conta dele.

No app de testes: Aviso de golpe, Pedidos de conversa, Sem código por SMS

Contrato anual, sem preço por mensagem

Bancos e fintechs ficam no plano Instituição: contrato anual pelo número de clientes, atendentes sem limite, todos os nomes da marca reservados e monitoramento de nomes parecidos. O selo não está à venda, e o plano paga só o serviço. Os valores saem quando o piloto terminar.

Quer testar o Bipe com os clientes do seu banco? Conte como vocês falam com eles hoje.

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