Por que o Bipe existe
Pro Brasil ter uma saída: um app de mensagens aberto, brasileiro e independente, que funciona quando as pessoas precisam.
Não precisa ganhar pra valer a pena
O sucesso do Bipe não se mede por quanta gente sai do WhatsApp. O app precisa existir, ser confiável e estar pronto no dia em que as pessoas procurarem outra opção. É assim que se avalia o Signal e a Wikipédia.
Uma rede que ninguém controla sozinho
O Bipe roda sobre o Matrix, um protocolo aberto de mensagens. Nenhuma empresa e nenhum governo é dono da rede. Os servidores ficam no Brasil, em empresas brasileiras.
Quem faz
O Bipe é um projeto da Envisioning, um instituto de pesquisa que estuda desde 2010 como as instituições se adaptam à tecnologia. A Envisioning faz o app, roda os servidores no Brasil e responde pelo serviço. Mas ela não é dona da rede: o Bipe usa o Matrix, um protocolo aberto, e o código vai ser público em breve. Com o código aberto, se a Envisioning parar, outras pessoas podem continuar. As regras de moderação saem no lançamento.
Quem paga
Quem usa, nunca. Como o Bipe vai se pagar ainda está em aberto. A ideia é que empresas paguem uma mensalidade fixa pela conta verificada. O Bipe não cobra taxa sobre Pix.